domingo, 5 de julho de 2009

Record de Resistência do Concreto (149 Mpa)


Proprietário: Incorporadora Munir Abbud
Construção:
Tecnum Construtora
Consultor de Concreto:
Eng. Paulo Helene e Carine Hartmann
Empresa de Concreto:
Engemix, Eng. Eliron Souto
Projeto Estrutural:

França & Associados
Arquitetura:
Aflalo & Gasperini

Produtos Usados:

Glenium® 51
- Superplastificante
Delvo®crete 29 - Controlador de Hidratação


Descrição:
O E-Tower consiste em 42 andares de escritórios, 15 elevadores, 2 restaurantes, 1 auditório, 1 heliporto, 1 piscina semi-olímpica, 1 ginásio e 800 vagas de estacionamento. A torre terá altura de 162 m e uma área construída de 52000 m2.
As dimensões deste projeto oferecem uma idéia dos esforços que os pilares e fundação estariam submetidos: a sapata principal do edifício possui área de 392 m2, consumindo um volume de concreto de 805 m3.
Na fachada Norte, o arquiteto criou uma malha em que os pilares aparecem a cada 5 m, tomando esta medida como múltiplo de 1,25 m, a cada quatro módulos. Estes pilares suportam cargas bastante altas, que oscilam entre 1380 e 1820 toneladas, as quais exigem seções resistentes próximas a 0,9 m x 0,9 m, para concreto de fck 40 MPa, valor que foi empregado para todo edifício.
No entanto, por especificações de projeto, nas vagas de estacionamento era indispensável que as dimensões máximas deste elemento estruturais não ultrapassem a 0,7 m x 0,6 m, devido a uma grande razão:
As distâncias entre pilares não podiam ser inferiores a 4,2 m, para permitir a existência de 2 espaços de estacionamento entre eles, sendo a distância de 4,40 m o mais aconselhável. Cabe lembrar que nessa região da cidade (Vila Olímpia) a questão estacionamento é essencial.

O Desafio
Diante dessa situação, em que a utilização de um concreto dos pilares com resistência característica de fck = 40 MPa diminuía o aproveitamento dos espaços nas garagens, foram expostas à Construtora as possibilidades de soluções, a saber:
• Alterar a posição dos pilares nos andares seria inadequado, já que a fachada perderia sua característica e não respeitaria a coordenação modular.
• Deslocar os pilares no subsolo não seria aconselhável, dada as elevadas cargas.
• Aumentar a resistência características dos pilares.

A Solução
Foi decidido que para os pilares terem suas dimensões reduzidas, a resistência característica dos pilares (fck) deveria ser maior que 80 MPa.
Para tal, foi estudado a viabilidade da utilização de um Concreto de Alto Desempenho, que é mais caro com relação aos concretos utilizados diariamente no Brasil. Foram considerados, no estudo de viabilidade, além das questões econômicas, a questão durabilidade, aumentada de forma relevante pela utilização do CAD.
O CAD apresenta baixo fator água/concreto, o que garante à estrutura maior compacidade, menor permeabilidade e, por conseqüência, garante uma maior vida útil das estruturas. A obtenção de elevadas resistências à compressão do concreto permite que sejam utilizadas menores seções de peças e maiores vãos livres, dando uma maior liberdade de criação aos arquitetos.
O Concreto foi desenvolvido através da sinergia entre a Concreto Engemix, empresa responsável pelo fornecimento do concreto, a Escola Politécnica da USP, através de seu representante, o Prof. Paulo do Lago Helene e o apoio do laboratório da ABCP, Associação Brasileira do Cimento Portland.
A MBT Brasil participou do processo fornecendo à Engemix e ao Prof. Paulo do Lago Helene, os produtos Glenium® 51 e Delvo®crete 29, aditivos inovadores e que tiveram extrema importância no desenvolvimento das características requeridas pelo concreto.
Com a utilização dos aditivos seguidos dos critérios de dosagem, consegui-se um verdadeiro recorde de resistência em canteiro de obras, com uma média de 125 MPa e o máximo de 149 MPa aos 28 dias e 155 MPa aos 63 dias. O valor médio do módulo de elasticidade foi de 47 GPA, valor que também representa um recorde.
O Concreto destes pilares foi dosado com adição de corante vermelho, para valorizar o seu significado histórico e de desempenho tecnológico.
A utilização do CAD nos pilares fez com que o volume de concreto utilizado nessas estruturas fosse 52 % menor, já que com sua utilização conseguiu-se reduzir a seção dos pilares.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Os representantes das 18 cidades brasileiras que estão na briga para serem sedes da Copa do Mundo de 2014 entregaram nesta quinta-feira à CBF o relatório de encargos com informações sobre os projetos e as garantias para cumprir os itens exigidos pela FIFA. Os dossiês serão enviados para a sede da entidade, em Zurique, na Suíça.
No próximo dia 30, uma missão da FIFA chega ao Brasil para conhecer algumas cidades postulantes e conferir a veracidade das informações contidas no relatório de encargos. O anúncio das sedes da Copa de 2014 será no dia 15 de março. O provável é que a Fifa selecione 12 cidades brasileiras. Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte e Brasília estão pré-escolhidas. Restam sete vagas que são disputadas por Belém, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Maceió, Manaus, Natal, Recife, Rio Branco e Salvador.
Abaixo você pode ver o projeto do estádio de Manaus que ficaria no lugar o Vivaldão. Com capacidade para 46 mil torcedores o projeto custaria R$ 6 bilhões de reais.



Em Salvador, o projeto vai aproveitar 50% do anel inferior atual da Fonte Nova. O estádio teria capacidade para 55 mil pessoas. Os investimentos giram em torno de R$ 230 milhões. O anel superior seria totalmente novo e teria 36 camarotes.


Em Rio Branco, no Acre, a bandeira é para ser a “sede verde da Copa”. A Arena da Floresta precisa ser ampliada para receber 40.900 pessoas. Os maiores custos seriam com a infra-estrutura da cidade, principalmente com o setor hoteleiro.

Em Natal a arena da capital potigua será erguida numa área de 45 hectares, onde também haverá bosque, hotéis, teatro, estacionamentos subterrâneos, prédios comerciais, shopping center e os centros administrativos. O complexo de Natal será construído por meio de Parcerias Público-Privadas (PPPs). Dessa forma, a venda dos espaços para comércio e residência - numa área útil 300.000 m² - vai gerar cerca de R$ 1 bilhão - dinheiro suficiente para bancar o projeto do estádio.

Em São Paulo, o Morumbi ganharia nova cara. A capacidade passaria para 66.952 pessoas. O estádio ganharia cobertura na arquibancada e melhorias internas. Um estacionamento para 4.800 carros seria construído em frente ao portão 1.

Em Belo Horizonte, o Mineirão teria o campo rebaixado, novas cadeiras e uma moderna cobertura. As gerais vão ganhar cadeiras. A capacidade cairia para 74.300 torcedores. O estacionamento vai ganhar mais duas mil vagas. O custo seria de R$ 300 milhões.


No Rio de Janeiro, o Maracanã ganharia uma nova cobertura. Um museu seria construído no local do parque aquático Júlio Delamare. O estacionamento ficaria em um prédio acima das linhas da Supervia e do metrô. Seriam cerca de 3.500 vagas. O custo previsto é de R$ 400 milhões.


Em Fortaleza, o custo das obras é de R$ 400 milhões. O Castelão ganharia uma cobertura verde e o estacionamento seria subterrâneo para 4.200 carros. O fosso seria retirado e os torcedores ficariam a 21 metros do gramado. A capacidade cairia para 50 mil pessoas. O projeto inclui complexo esportivo ao redor do estádio.

Em Florianópolis, um novo estádio seria construído no local onde está o Orlando Scarpelli. O custo está na casa dos R$ 400 milhões. A capacidade seria de 42.470 lugares, além da construção de um complexo com um shopping, escritórios, cinemas e centro de convenções, que permitiria o uso da arena por toda a semana.

Em Curitiba, a Arena da Baixada ganharia uma nova cara. O anel seria fechado. As obras devem levar dois anos e a capacidade aumentaria para 41.375 torcedores. O fosso seria retirado e quatro saídas abertas nos cantos do gramado. O investimento seria de R$ 150 milhões.

Em Cuiabá, o estádio Verdão precisaria de R$ 340 milhões para sair do papel. A capacidade seria de 40 mil lugares, todos cobertos. O estacionamento teria vagas para 15 mil veículos. Dois centros de treinamento, nas localidades do Lago de Manso e na Chapada dos Guimarães, também fazem parte do projeto.

Em Campo Grande, a reforma deixaria o Morenão com capacidade para 44.355 pessoas. O projeto prevê investimentos de R$ 500 milhões. O estádio teria cobertura, área vip, além de praça de alimentação e shopping.

Em Brasília, a reforma do Mané Garrincha duraria três anos. O estádio teria a capacidade ampliada para 76.232 torcedores. O custo estimado para a obra é de R$ 250 milhões. Uma nova cobertura nas arquibancadas seria construída, assim como um anexo que receberia os novos vestiários.

Em Porto Alegre, o Beira-Rio ganharia uma nova cara. O estádio receberia uma cobertura em estrutura metálica. A capacidade seria ampliada para 60 mil torcedores. Um edifício seria construído para servir como estacionamento. Toda a volta do anel inferior receberia camarotes e suítes. O custo é de R$ 350 milhões

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Casa do futuro

A rápida evolução de produtos e equipamentos eletrônicos e da informática fazem da automação residencial uma realidade. Hoje, os usuários já dispõem de sistemas integrados em suas casas que podem controlar cortinas e persianas, áudio, vídeo, som ambiente, TV por assinatura, segurança (alarmes, monitoramento, CFTV), iluminação, ar-condicionado e aquecimento e telefonia, entre outras utilidades.

Parte dos novos empreendimentos oferece soluções para facilitar a vida doméstica. Porém, nem toda automação é projetada de maneira integrada. Muitas soluções utilizam sistemas autônomos, que não se comunicam entre si.

Um dos principais problemas apontados pela Aureside (Associação Brasileira de Automação Residencial) é que o País não conta com profissionais de perfil adequado à nova realidade para suprir as necessidades do mercado. Por esse motivo, a entidade está empenhada em formar e divulgar o integrador de sistemas residenciais, profissional habilitado para elaborar um projeto de integração prévio, definindo todo o cabeamento, infraestrutura, plataformas de automação e relação de equipamentos necessários.

Gustavo de Mello, engenheiro de automação da GDS, empresa que atua em projeto e instalação de sistemas, também destaca que a integração dos vários sistemas de uma residência é a base. "Só com a integração é que se consegue torná-los inteligentes, como por exemplo a iluminação que se acende na presença de pessoas quando os ambientes já estão escuros, ou se apaga quando a iluminação natural é suficiente", exemplifica.

Fotos: Marcelo Scandaroli
Rack com central de automação (memória de seis terabites), amplificador, DVD e painel touch screen

Empreendimentos automatizados
As construtoras vêm incorporando algumas soluções de automação residencial, além das tradicionais (alarme, sistemas de segurança etc.) em seus empreendimentos. Porém, ainda não é uma regra geral. "Cada apartamento será personalizado pelo morador. Já no caso das áreas comuns, visando à redução de custos de energia e água, as empresas investem na maior integração entre os sistemas", diz Thales Eduardo Massud Cavalcanti, da Aureside.

De acordo com Mello, também da Aureside, essas empresas o fazem de forma ainda acanhada, pois sentem receio em relação ao custo-benefício. "Entretanto, integrar a iluminação dos ambientes comuns do edifício como salão de festas, piscina, sauna, segurança e irrigação de jardins são soluções viáveis e inteligentes."

Daniel Lima, diretor da Avantime, empresa que projeta e instala automação, também nota certa resistência por parte das construtoras. "Não sabemos o real motivo, mas acreditamos que há receio de que o sistema não funcione e a construtora tenha que arcar com a garantia. Alguns prédios estão sendo entregues com soluções de iluminação e biometria, mas não há integração total entre os sistemas. E como muitos não estão funcionando como o prometido, há casos de clientes que tiraram todo o sistema que foi entregue pela construtora porque não funcionava inteligentemente como deveria", explica Lima.

Outro ponto importante, segundo Lima, seriam promessas não cumpridas por falta de conhecimento. "Muitos empreendimentos dizem estar preparados para receber automação, mas o usuário necessita fazer uma reforma razoável em seu apartamento e isso é um problema", adverte. Para ele, no Brasil, a integração dos sistemas está atrasada, mesmo tendo um custo de cerca de 3% a 4% do valor da obra. Lima lembra que é preciso estabelecer o que será automatizado. Por exemplo, um apartamento de 120 m2, com três dormitórios, pode ter toda a iluminação controlada (com dimers), motorização das persianas da sala, controle do home theater e do som ambiente e ainda comando do sistema de ar-condicionado por cerca de R$ 15.000,00 (4% do valor do imóvel, considerando R$ 3.000,00/m2).

Fotos: Marcelo Scandaroli

Controle de ar-condicionado que pode ser usado independentemente ou por meio do sistema central, teclado (preto) de controle de acesso e sistema de biometria (branco): também interligados à central

Integração inteligente
Nos empreendimentos de alto padrão as soluções de automação são mais comuns. "Normalmente, têm 100% de sua iluminação dimerizável, além de pontos de persiana, sistema de biometria e painéis touch screen, que elevam um pouco mais o custo do projeto. Para as construtoras, que compram em grande volume, os custos são menores", contabiliza Lima.

Para que os sistemas sejam integrados de forma a tornar seu funcionamento mais inteligente e eficiente, são necessários elementos e equipamentos considerados integradores de automação. Basicamente se faz uso de centrais de automação, com tecnologia wireless ou não, que integram os diversos sistemas. "Na tecnologia com fio evoluíram os produtos que utilizam plataforma TCP-IP. Mas o grande crescimento é das tecnologias sem fio, uma vez que a cada dia são lançados módulos específicos para diferentes finalidades, antes restritos à iluminação", explica Cavalcanti, da Aureside. O desenvolvimento das tecnologias sem fio permite controle integrado da residência e diminui os custos de infraestrutura para a instalação de sistemas.

"Pode-se utilizar um comando para acender uma lâmpada em um determinado ambiente. Mas se o usuário desejar mudar essa configuração, não será necessário alterar nenhum cabeamento, apenas dar um comando no software. Esse comando pode também acionar diversos itens ao mesmo tempo, como fechamento de persianas e acendimento de luz, som e vídeo. Isso nos dá a ideia da flexibilidade que se pode alcançar", afirma Cavalcanti.

Lima afirma que são poucos os sistemas realmente integradores. "Um PC tem a capacidade de comandar uma casa via rede, mas automação residencial é uma coisa muito séria e, sinceramente, não pode ser gerenciada por um computador comum, que pode travar a qualquer momento", diz. Por isso, ressalta, é importante procurar soluções sérias, desenvolvidas única e exclusivamente para um sistema de automação.

"Nós trabalhamos com duas plataformas, a Control4 [americana] e a Bticino [italiana]. Cada uma tem suas vantagens, mas são sistemas estáveis e que permitem integração. Trabalhamos também com alguns módulos residenciais que podem ser integrados com a central desses sistemas.

Assim, um sistema bem programado gerencia a casa de forma inteligente. Por exemplo, as luzes podem ser programadas para acender no máximo em 90%, o que além de gerar economia de 10% na conta de luz, duplica a vida útil da lâmpada. Outra forma inteligente de programação, destaca Lima, é não permitir que as luzes sejam acionadas durante o dia (função que pode ser desbloqueada por uma senha), e que as persianas fechem automaticamente no momento que o sol comece a entrar pela sala, o que manterá temperatura agradável e reduzirá o uso do ar-condicionado.


Projeto integrado
Seja para construtoras ou para um usuário final, um projeto detalhado de automação é essencial. "Mesmo para a própria empresa integradora o projeto é importante, pois é um guia do que deve ser feito e instalado e serve de apoio para as manutenções futuras", ressalta Lima. Ele recomenda às construtoras que, antes de fechar qualquer projeto, exijam do integrador a participação dos fabricantes no projeto, pois só assim eles poderão ter certeza do atendimento às especificações e acompanhamento.

Entre as características de um bom projeto de automação residencial, tão importante quanto o bom funcionamento do sistema é a previsão de expansão futura. "Hoje, motorizar uma persiana pode ultrapassar o orçamento de um cliente. Mas quem sabe dentro de seis meses? O custo da infraestrutura é tão pequeno em comparação com o projeto e os esforços para uma outra reforma, que pode ser absorvido", exemplifica. Lima lembra ainda que além de analisar a expansão, é importante levar em conta as características que são importantes para o cliente. Para alguns, controlar a iluminação é dispensável, e seu foco está nos equipamentos de áudio e vídeo. Para outros, a iluminação é essencial.

Já Cavalcanti destaca também a flexibilidade e a interface amigável como outra das importantes características de um bom projeto. "O usuário não deve precisar de um treinamento para conseguir comandar seu home theater, por exemplo, nem mesmo ficar preso a quatro ou cinco controles remotos. Com a integração, os equipamentos todos passam a ser acionados por um único controle remoto, que comanda ainda a iluminação e temperatura adequadas para aquele momento e ambiente", lembra.

Apesar da internet criar a possibilidade de acesso remoto no controle de residências, isso acontece em poucos casos. Em geral, utiliza-se acesso às câmeras, cujas imagens podem ser vistas pela internet, ou a abertura de portas com biometria, para os usuários terem acesso à residência antes mesmo de chegar em casa. "Também é possível acionar banheira ou o chuveiro pelo celular, mas é uma função muito pouco usada. Acreditamos que o maior benefício da internet, com autorização prévia do cliente, é acessarmos sua residência para manutenção na programação", completa Lima.

O que pode ser instalado em uma casa ou apartamento


1) Irrigação de jardim (horários programados e sensores de umidade)
2) Cabeamento estruturado (dados, voz e imagem)
3) Circuito fechado de TV
4) Controle de acesso (biometria, cartões de proximidade, tags para veículos)
5) Controle de iluminação
6) Controle de utilidades (caixas de água, bombas, filtros, piscinas, saunas)
7) Controle e monitoramento de elevadores
8) Controle e monitoramento de medições (gás, água e eletricidade)
9) Controle e monitoramento do sistema de climatização
10) Entretenimento (imagens, TV a cabo, som ambiente)
11) Rede de dados condominial
12) Sistema de detecção e alarme de incêndio
13) Sistema de segurança

Detalhamento
A) Iluminação
n Controle integrado e remoto de toda a iluminação da casa, permitindo a criação de estados pré-definidos das lâmpadas (dimerizadas) para ocasiões específicas (jantar, filme, festa etc.), chamadas de cenas.
n Utilização de sensores para acionamento automático, quando conveniente, integrados a acionamentos de persianas e outras funções do ambiente.

B) Controle de home-theater
n Integração de todos os comandos de áudio e vídeo (DVD, TV, CD player, videokê, Ipod etc.), simplificando e tornando prático o uso do home-theater e quaisquer outros equipamentos de áudio e/ou vídeo da casa. Isso permite que o usuário ligue todos os equipamentos necessários para assistir ao que quiser com apenas um toque.
n É possível também a integração de outros comandos, como ar-condicionado, iluminação ou persianas, que, em conjunto criam condições favoráveis para uma seção de home-theater.

C) Controle de som ambiente
n Automação de zonas de som ambiente, em diferentes regiões e cômodos da casa, que reproduzem todas as fontes de áudio (equipamentos, servidor de música etc.) existentes na casa.
n Controle de caixas de som, que podem ser especificadas e posicionadas de acordo com o tamanho e características de cada ambiente.

D) Controle de climatização
n Comandos de climatização (aquecedor e ar-condicionado) integrados ao sistema de controle, especificados de acordo com o tamanho do ambiente.
n Criação de funções que alguns equipamentos não têm, como por exemplo ligar e desligar o aquecedor ou ar-condicionado em horários definidos, ou desligá-los depois de certo tempo de funcionamento, ou depois que o ambiente atingir certa temperatura.

E) Controle da área de lazer
n Visualização da área de piscina e lazer por meio de câmeras pode ajudar a cuidar das crianças quando brincam.
n Ativação de aquecedor ou do filtro da piscina, que pode ser feito por um controle sem fio programado por horário.

F) Segurança
n Sistema de segurança e alarme também integrados ao sistema de controle, incluindo câmeras de segurança monitoradas remotamente, sensores de presença, alarmes, acionamento de portas e portões e ativação de funções da casa por meio da internet ou do celular.

G) Conforto
Outras funções normalmente inseridas em sistemas de automação são:
n Controle de persianas e cortinas: acionamento remoto da abertura e fechamento, com definição de posições preferidas para iluminação natural da casa.
n Irrigação: acionamento remoto de sistemas de irrigação em quintais ou varandas.
n Abertura de portas e portões: abertura e fechamento de portas e portões remotamente.